terça-feira, 30 de setembro de 2008

Meus estudos têm se fundamentado em três bases: música (o álbum novo dos Raconteurs, o novo do Fiery Furnaces e o possivelmente único do White Denim, que eu ainda estou conhecendo), literatura (no momento, o Eu falar bonito um dia, mas assim que acabar já tenho um monte de planos) e Block Out (tive até pesadelo, com as peças 3D não se encaixando de jeito nenhum).

E isso é tudo, estudar e nada muito além disso. Sono sempre e uma dieta extremista (varia de vícios saudáveis como baby carrots, barra de cereal e damascos aos malditos chocolates e, agora mais do que nunca, m&m's).

Frio que não acaba mais. O nosso lar não tem amor nenhum, então ficamos congeladas.

A crise dos EUA e as bolsas caindo me assustam, por mais que eu não entenda nada do que está acontecendo. Só medo.

Numa bad com as pessoas tristes ao meu redor. E uma tristezinha própria que vem de repente, a vontade reprimida de chorar que parece que vai desmanchar a minha garganta (imagino meio que o big crunch da minha garganta, não é meio isso?).

O Aníbal me falou que quer usar uma das minhas redações nota 10 de exemplo para a próxima aula. Sem problemas. Senti que fui um pouco arrogante com ele. Pensar nisso me dá outro probleminha na garganta - isso quer dizer que a situação está crítica?

Poucas semanas para o início dos vestibulares (para mim, a Unicamp vem primeiro). O começo do fim de 2008. (Isso me lembrou um dos títulos de aula da Dedé, O começo do fim da escravidão.)

Vou aproveitar a deixa para mandar um beijo para toda a minha família e para o meu amigo Karl, pelos 160 anos da publicação do seu manifesto, antes que o ano acabe.

Um comentário:

P. disse...

obrigada pelo beijo e desculpa por ficar ao rés do chão junto com os outros te deixando triste. (hoje até aqui no serviço pessoal ficou preocupado comigo, hahaha)