Fórmulas em post its espalhados pela casa.
Xícaras de café em forma de Guggenheim, quadradinhos de chocolate contados antes de começar a estudar cada matéria.
Frutas bem doces, canetas coloridas para esquemas em folhas sulfite.
Saladas que ocupam mais da metade da área do prato, contas que o meu cérebro se vê obrigado a fazer só para provar que consegue.
Palavras cruzadas em momentos de pausa, leitura de manchetes e correção do jornal com caneta verde, dor de garganta misturada com alergia de nariz que começa a me preocupar.
Ouvir música antes de dormir, acordar mais bem disposta, conseguir acordar na hora certa.
Por enquanto, tentar não arranjar conflitos inter ou intrapessoais, mas continuar vivendo.
O amor da Nina, da Denise, as piadas ruins da Paula, compartilhar sofrimentos ou felicidades com amigos em situação parecida e pedir apoio aos que não têm nada a ver com isso, a chuva que eu não poderia ter tomado e que me fez bem, eu apontava o guarda-chuva contra o vento e corria.
Secar o cabelo é importante, pensar, andar, o que eu posso prometer para mim mesma?
Uma boa esferográfica, minha lapiseira me ama, se eu fosse você não criaria complicações agora.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
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Um comentário:
mas eu acho injusto não mencionar meu amor, só as piadas ruins.
se você quiser eu te empresto a caneta da seleção natural pra dar sorte. é meio ruim, mas a letra fica bonita e pequenininha. e tem perfume.
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