Tanta coisa para escrever, mas a minha cabeça não deixa. Antagônico, pensando bem. É que eu venho sentindo com freqüência a minha alma subindo pelo meu esôfago. Tudo fica confuso, confuso, girando.
Atrapalha a fluência do pensamento. Estou há alguns dias sem conseguir ouvir música. Preciso de um diagnóstico.
quinta-feira, 12 de março de 2009
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Um comentário:
Não é tão difícil começar a escrever por exercício sem uma "centelha de inspiração". A idéia de método de composição de John Cage e de compositores serialistas (na definição ampla) é, com algum engenho e muita distorção, facilmente aplicável à escrita. Aliás, alguém deve ter feito isso. É só que, pelo jeitão dessa iniciativa, eu provavelmente acabaria detestando os resultados do nosso querido século XX — não que eu goste de Cage ou Boulez, é só que pra música eu tive paciência. Acho que o fato de ela não figurar (tão diretamente) torna difícil fazer sacadas tão típicas, por exemplo, do concretismo em literatura e design.
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